“Bandido não se cria e vou fazer isso no Brasil”, afirmou o ex-governador de Goiás e pré-candidato à presidência, Ronaldo Caiado, durante agenda em Campo Grande, nesta sexta-feira, dia 15, ao defender uma política mais dura no combate ao crime organizado no país.
Caiado disse que o avanço de facções criminosas como PCC e Comando Vermelho está ligado à fragilidade das políticas de segurança pública no Brasil. Segundo ele, “não existe democracia onde criminosos andam com fuzil calibre .50 na rua” e há uma ocupação crescente de territórios por organizações criminosas.
O pré-candidato também criticou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que o Estado brasileiro teria sido “complacente” com o crime organizado ao longo dos últimos anos. Ele atribuiu o fortalecimento das facções a sucessivos governos do PT.
Durante a entrevista, Caiado defendeu mudanças estruturais na segurança pública, incluindo maior autonomia para os estados e alterações na Constituição para ampliar o poder dos governadores no enfrentamento ao crime. Ele também citou investimentos em tecnologia, monitoramento e reformas no sistema prisional.
Ao citar sua gestão em Goiás, o governador afirmou que o estado não permite a atuação de facções e disse que pretende replicar o modelo em âmbito nacional caso chegue à Presidência.
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Caiado criticou a gestão atual no quesito combate ao crime organizado (Vitor Kramer)



