O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (23), que o auxílio emergencial, não foi cancelado, e que o adiantamento da 2ª parcela nunca existiu, pois o anúncio da antecipação do pagamento dos R$ 600 foi feito sem sua autorização.
“Nada foi cancelado, um ministro (Onyx Lorenzoni) anunciou sem estar autorizado que iria antecipar a segunda parcela” escreveu o presidente em resposta a uma internauta, que se questionava como o povo iria sobreviver a pandemia após o governo cancelar o auxílio.
De acordo com Bolsonaro, primeiro o Governo Federal irá pagar a primeira parcela do auxílio que ainda não foi recebida por todos. "Primeiro se deve pagar a todos a primeira parcela, depois o dinheiro depende de crédito suplementar já que ultrapassou em quase 10 milhões o número de requerentes. Tudo será pago no planejado pela Caixa”, escreveu o presidente.
O anúncio da antecipação da 2ª parcela do auxílio emergencial, foi feito na segunda-feira (20) em entrevista coletiva com as presenças do ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e do presidente da Caixa, Pedro Guimarães.
Porém na noite de ontem, o Ministério da Cidadania informou que o governo não conseguirá, por "fatores legais e orçamentários", antecipar o pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600.
Em nota, a pasta explicou que, "pelo alto número de requerentes que ainda estão em análise", está impedida legalmente de fazer a antecipação do benefício, prometida também pela Caixa Econômica Federal.
O Ministério da Cidadania informou que suspensão do pagamento foi recomendada pela Controladoria Geral da União (CGU), e garantiu que já solicitou ao Ministério da Economia uma suplementação orçamentária para conseguir pagar o auxílio ao restante dos beneficiários.
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Presidente Jair Bolsonaro afirmou que o anúncio foi feito sem sua autorização (Reprodução)



