O juiz Francisco Eduardo Guimarães Farias, titular da 14ª Vara da Justiça Federal no Rio Grande do Norte, concedeu hoje (13) liberdade provisória ao ex-ministro Henrique Eduardo Alves, que cumpria prisão domiciliar em Natal.
O ex-ministro é réu no processo da Operação Manus, onde constam denúncias de organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva.
O juiz, na sua decisão, estendeu a Henrique Alves os efeitos da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello, que concedeu habeas corpus ao réu Eduardo Cunha no mesmo processo.
O advogado Marcelo Leal, que defende o ex-ministro, está neste momento na 14ª Vara da Justiça Federal, em Natal, onde ocorre o último ato de instrução do processo com o interrogatório de Eduardo Cunha. Ele disse, por meio de nota, que a decisão da Justiça Federal atesta a inocência de Henrique Alves.
"A liberdade de Henrique é o coroamento de um processo em que até mesmo as testemunhas de acusação e os delatores premiados atestaram a inocência de Henrique Alves. O processo está no final. Hoje será ouvido o interrogatório do último réu, Eduardo Cunha. Depois disso, vem a fase de requerimento de diligências, alegações finais e sentença. Estou convicto disso. Foram ouvidas quase 100 testemunhas neste processo e todas, absolutamente todas, confirmam a inocência de Henrique!", finalizou.
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