O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (31) o chamado Projeto de Crimes Cibernéticos, que tipifica os crimes praticados por meios eletrônicos e pela internet. A matéria trata de temas como a invasão de computadores, o roubo de senhas e de conteúdos de e-mails, a derrubada proposital de sites, entre outros.
As penas variam de três meses a dois anos de prisão, a depender da gravidade do caso. Os culpados podem ter a pena aumentada se tiverem agravantes como obter benefícios financeiros ou invadir dados de autoridades como o presidente da República ou de um dos Poderes.
A venda de programas ou dispositivos que facilitem a invasão de computadores ou locais privados na internet, como e-mails, também configura agravante que pode aumentar a pena final. A ideia é garantir o máximo de tipificação para práticas danosas por meios eletrônicos que até hoje não configuravam crimes.
A matéria recebeu alterações em relação ao texto da Câmara na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado. Por isso, precisará retornar para revisão final na casa original antes de seguir para sanção presidencial.
Via Agência Brasil
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Operação da PF mira Cláudio Castro e empresário ligado à Refit

"É um caso de polícia", diz Lula sobre relação entre Flávio e Vorcaro

STF apura emenda parlamentar para produtora de filme sobre Bolsonaro

Desembargador nega prisão humanitária e mantém Bernal preso em Campo Grande

Crise provocada por Wilton Acosta pode comprometer apoio do Governo à 'Marcha para Jesus'

Municípios de MS enfrentam dificuldades para receber emendas e TCE aciona STF

STF julga nesta quinta-feira lei da igualdade salarial entre homens e mulheres

Vereadores votam mudanças na isenção do IPTU em Campo Grande

Defesa de Bernal recorre ao TJMS e pede 'prisão humanitária' em caso de assassinato







