Campo Grande largou mais uma vez na frente ao ser referência para o Centro-Oeste, após ser a primeira cidade a adotar o método Wolbachia, que ajuda no combate a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. A adoção da medida foi elogiada pelo Ministério da Saúde.
A introdução de novas tecnologias de controle vetorial faz parte do Plano de Ação 2024/2025, que visa reduzir os impactos das arboviroses.
A implementação do método foi concluída no ano passado, com seis fases que cobriram 74 bairros e sete regiões urbanas, beneficiando cerca de 130 mil pessoas por fase. Mais de 102 milhões de "wolbitos" – como são conhecidos os mosquitos infectados pela bactéria – foram liberados em Campo Grande.
Até o momento, cerca de 4 milhões de habitantes foram beneficiados com a tecnologia em 7 cidades brasileiras: Londrina (PR), Foz do Iguaçu (PR), Joinville (SC), Niterói (RJ), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG) e Petrolina (PE).
Com a expansão, o Brasil espera cobrir mais cidades e otimizar a distribuição desses ovos às regiões mais críticas. "A nossa meta é transformar essa tecnologia em política pública, deixando de ser um projeto de pesquisa e passando a integrar as estratégias permanentes de controle do Aedes aegypti em larga escala", afirmou o secretário-adjunto de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Rivaldo Cunha.
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Com Campo Grande na lista, método Wolbachia existe em 8 cidades do país (Divulgação/Fiocruz)


