A Secretaria de Estado de Saúde (SES) divulgou, nesta sexta-feira (24), o mais recente Boletim Epidemiológico de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que apontou para um aumento no número de mortes e casos da síndrome.
No período de uma semana, o Estado registrou 16 novos óbitos devido complicações da SRAG, totalizando 212 mortes apenas neste ano, e 299 novos casos da doença, chegando a 2.946 casos já registrados em 2024.
Campo Grande lidera no número bruto de casos, com 1.436, o que corresponde a 48,7% de todos os casos registrados no Estado. Apesar disso, a Capital não é a cidade com a maior incidência de SRAG, com esse título ficando para Paraíso das Águas, que tem uma incidência de 308,5 casos para cada 100 mil habitantes.
Por ser uma síndrome causada por diversos patógenos, vários vírus, bactérias e fungos podem causar o quadro médico. Dente os agentes etiológicos, Vírus sincicial respiratório foi responsável por 27,8% das notificações; Rinovírus aparece logo em seguida, respondendo por 23,3% das infeções; Covid aparece logo depois, correspondendo a 22,2% dos casos totais.
OS mais afetados por quadros de SRAG são crianças entre 1 a 9 anos de idade, que correspondem a 25,2% do total de notificações. Apesar disso, idosos com 80 anos ou mais são a maioria dos óbitos, respondendo por 28,3% das mortes registradas.
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