Dados da revista científica Biomedicine & Pharmacotherapy, na sua edição que irá circular em fevereiro, mostraram que o uso de cloroquina como tratamento para a Covid pode ter resultado em 17 mil mortes em países ricos, durante a primeira onda da doença.
A pesquisa, realizada pelas universidades de Lyon, na França, e Quebec, no Canadá, analisou os dados de hospitalizações de pacientes em seis países diferentes, todos expostos ao medicamento, e notou um aumento do risco de morte.
O medicamente foi inicialmente desenvolvido para tratar malária, porém, foi administrado para o tratamento de pacientes com Covid durante o início da pandemia, mesmo com “a ausência de evidências de benefícios clínicos documentados”.
Foram coletados os dados de pacientes na França, Bélgica, Itália, Espanha, Estados Unidos e Turquia. “Esses números provavelmente representam apenas a ponta do iceberg, subestimando amplamente o número de mortes relacionadas à HCQ ( hidroxicloroquina) em todo o mundo”, diz trecho da pesquisa.
Segundo o estudo, esse aumento em toxicidade ocorre, parcialmente, devido “efeitos colaterais cardíacos, incluindo distúrbios de condução” causados pelo medicamento.
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