Até o 21 de março, foram notificados 14.060 casos de dengue em MS, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, sendo o 3º estado em incidência da doença no país.
Já foram cinco mortes confirmadas no estado, a última foi de um estudante de 11 anos da cidade de Dourados. As chuvas continuam intensas e o risco de proliferação do mosquito Aedes Aegypti, principal transmissor da dengue, é grande. Por isso, os cuidados devem ser redobrados.
O Brasil é o país responsável pelo maior número de casos de dengue no mundo. Em 2018, Mato Grosso do Sul notificou 9.631 casos de dengue, com uma indigência de 362 casos a casa 100 mil habitantes.
Para evitar a doença, além da limpeza e não deixar água acumulada, é possível se vacinar contra a dengue. Segundo o Dr. Alberto Jorge Félix Costa CRM-MS 1266, médico e diretor técnico responsável da Imunitá Centro de Imunização, a clínica possui doses das vacinas. “A Imunização contra a dengue é muito importante, pois reduz drasticamente os casos graves da doença e também o número de internações”, explica.
A dengue é uma doença séria e quase metade da população mundial vive atualmente em áreas endêmicas. A Dengvaxia – primeira vacina contra dengue 1,2,3 e 4 (recombinante e atenuada) atende:
Homens e Mulheres com idade de 9 a 45 anos, que já tiveram a doença, mas não poderá ser administrada em gestantes e lactantes
Protegerá contra os quatro sorotipos da dengue
93% de redução de casos graves da doença
81% de redução de hospitalizações
66% de redução de casos de dengue
Eficácia comprovada contra os 4 sorotipos
Doses da vacina: Serão três doses com intervalo de seis meses entre elas.
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A vacina pode ser uma solução para a dengue (Divulgação)



