O presidente Jair Bolsonaro, acompanhado de alguns ministros, recebeu a bancada evangélica para um café da manhã nesta quinta-feira (11) no Palácio do Planalto, o encontro ocorreu no dia seguinte à declaração do presidente sobre indicar um ministro ‘terrivelmente evangélico’ para o Supremo Tribunal Federal (STF), e à aprovação do texto da reforma.
Bolsonaro é católico, mas sua mulher, Michelle, também é evangélica. O presidente conta com o apoio, desde a campanha eleitoral, de lideranças cristãs, já que defende uma agenda conservadora nos costumes.
Em um culto na Câmara e uma sessão solene pelo aniversário da Igreja Universal do Reino de Deus na quarta, Bolsonaro declarou que indicará um ministro “terrivelmente evangélico” para Suprema Corte.
De acordo com os deputados Marcos Pereira (PRB-SP) e João Campos (PRB-GO), presentes no café, Bolsonaro agradeceu os parlamentares pelo apoio na reforma.
O texto-base de proposta de emenda à Constituição (PEC) que altera regras de aposentadorias e pensões foi aprovado em primeiro turno nesta quarta-feira (10) com 379 votos favoráveis e 131 contrários.
Nesta quinta, a Câmara analisa propostas para mudar o texto do projeto. Após encerrar essa etapa da análise, o projeto terá de ser aprovado em segundo turno pela Casa, para então, ser analisado no Senado.
Reportar Erro
Deixe seu Comentário
Leia Também

TJ-SP nega indenização à jovem Testemunha de Jeová que recebeu transfusão sem autorização

Governo lança nova versão do portal ComunicaBR

Salário de R$ 3 mil e 36h semanais para garis avança na Câmara e segue para o Senado

Fantástico denuncia rede de corrupção dentro do sistema de Justiça do Pará

INSS reajusta benefícios e atualiza valores para 2026

Pagamento do abono salarial do PIS/Pasep tem início em fevereiro

Vídeo: Moradores registram passagem de tornado que atingiu mais de 300 casas no Paraná

Morre Manoel Carlos, autor das 'Helenas', aos 92 anos

É AMANHÃ: 'O Agente Secreto' disputa três prêmios no Globo de Ouro


Encontro ocorreu um dia depois de Bolsonaro afirmar que pretende indicar um ministro 'terrivelmente evangélico' para o STF. (reprodução)



