Para inspecionar os estragos feitos pela rebelião da última segunda-feira (1º) em Aparecida de Goiânia (GO) os representantes do TJ-GO (Tribunal de Justiça de Goiás), do Ministério Público e da Defensoria Pública estaduais e da Comissão de Direitos Humanos da OAB-GO (Ordem dos Advogados do Brasil em Goiás) estiveram no Complexo Prisional da cidade na manhã desta quarta-feira (3). No motim nove pessoas foram mortas e 14 ficaram feridos.
De acordo com a Agência Brasil, os integrantes da comitiva estavam acompanhados por representantes da Secretaria de Segurança Pública, da Superintendência de Administração Penitenciária e do comando da Polícia Militar.
Comitiva avalia condições de detentos
A comitiva conversou com os detentos do complexo para entender os motivos do confronto e verificar as condições de cumprimento das penas e de trabalho dos presos. A rebelião deixou nove mortos, 14 feridos, pelo menos 99 escaparam do presídio e 143 já foram recuperados.
Um vídeo, do Jornal O Popular, mostra detentos pulando o muro e fugindo do complexo. Outra imagem que choca e mostra que a rebeldia dos presos teve requintes de selvageria, é de um homem que teve a cabeça arrancada durante o motim.
Capitan Bado: imagem forte cabeça de suposto detento

Vídeo fuga:
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Situação do presídio pós rebelião (Fotos: Aline Castanho TJ-GO)



