Dois dias após o incêndio que destruiu 90% do acervo do Museu Nacional no Rio de Janeiro, a Defesa Civil municipal emitiu laudo mantendo a interdição do prédio. O local foi residência oficial da família real portuguesa, ocupado por D. João VI, D. Pedro I e D. Pedro II.
Pesquisadores e especialistas defendem que parte do trabalho seja acompanhada por eles, pois há peças e obras raras no local que devem ser retiradas de acordo com normas específicas para evitar danos.
Ainda não há informações sobre o período em que o edifício ficará sob interdição. Aparentemente duas áreas grandes do prédio foram destruídas pelo fogo, sobraram anexos e dois telhados do edifício principal.
No entanto, análises preliminares mostram que as esculturas, encomendadas por D. Pedro II e que ficam no alto do prédio, parecem pouco afetadas pela tragédia.
A Polícia Federal, que comandará as apurações das causas do incêndio, determinou a instauração de um inquérito. O Museu Nacional é patrimônio da União.
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Ainda não há informações sobre o período em que o edifício ficará sob interdição (Reprodução/ Agência Brasil/ Vitor Abdala)



