O policial militar Leonardo Garces, 28 anos, passou mal e morreu na terça-feira (20) depois de um treino de cross fit em uma academia em Bangu, na Zona Oeste do Rio.
De acordo com a mídia local, ele se sentiu mal após o exercício e chegou a ser atendido no local. Leonardo foi levado para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiu.
Leonardo era lotado no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Ele havia recebido a notícia que seria pai também pouco antes de morrer. O militar era casado há cerca de 3 anos.
Ele foi um dos policiais que estava dentro de uma kombi que, em 2016, foi alvejada por disparos durante uma ação do Bope no Morro da Providência, no Centro do Rio. Por causa disso, ele entrou para uma faculdade de Direito em busca de uma vida melhor. “Sempre dizia para ele estudar, ele era novo e poderia almejar coisas melhores. Mas ele amava o que fazia. O Leonardo entrou para o curso de Direito logo depois que um amigo nosso morreu na Providência, dentro de uma kombi, onde ele também estava”, contou o companheiro de batalhão.
Na ocasião, o sargento André Luiz Vaz Nonato, de 40 anos, foi morto após o veículo em que estava ser alvejado por 15 disparos feitos por disparos, conforme afirmou a Divisão de Homicídios na época. Os agente do Bope faziam uma operação na comunidade e estavam em uma kombi à paisana.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Petrobras volta a produzir ureia em fábrica de fertilizante no Paraná

Brasil ultrapassa EUA pela 1ª vez em ranking de liberdade de imprensa

Com precatórios, governo tem maior déficit para meses de março

Anvisa manda recolher lote de sardinha após detectar salmonella

IBGE anuncia primeiro censo da população em situação de rua para 2028

TSE celebra 30 anos da urna eletrônica com evento aberto ao público em Brasília

Governo promulga tratado que facilita extradição entre Brasil e Emirados

Moraes manda demitir policiais condenados por tortura e reafirma entendimento do STF

Conselheiro que chamou brasileiras de 'prostitutas' pode virar 'persona non grata' no Brasil


Leonardo Garces tinha 28 anos e era lotado no Bope da Polícia Militar (Reprodução)



