A nova denúncia envolvendo o ex-secretário do Governo, Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), fez com que o presidente Michel Temer (PMDB) ordenasse mudanças urgentes dentro da pasta. Por que? Mesmo com a saída de Geddel, em meados de dezembro, assessores de confiança dele permaneceram na Secretaria do Governo. Com isso, o baiano continuou exercendo forte influência dentro do governo.
Para evitar que escândalos envolvendo seu antecessor atinjam sua gestão, o deputado federal Antônio Imbassahy (PSDB-BA) – que assumirá a Secretaria do Governo em fevereiro – solicitou que Temer dispensasse os assessores de Geddel continuam na pasta. O PMDB, por sua vez, pediu que o presidente mantivesse a estrutura. Pressionado pelos tucanos, o presidente disse a interlocutores que pretende fazer uma “faxina” dentro da secretaria ainda em janeiro.
Auxiliares do peemedebista afirmaram que Ivany dos Santos, que comanda a pasta, e o chefe de gabinete Carlos Henrique Sobral já estão cientes das mudanças.
Ao Brasília em Pauta, interlocutores de Imbassahy disseram que, se Temer não promover a prometida “faxina”, o tucano demitirá os aliados de Geddel assim que assumir o comando da pasta.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Senador pede CPI para investigar ministros do STF em caso do Banco Master

Brasileiro, Lucas Pinheiro leva ouro na Copa do Mundo de esqui alpino

Governo abre prazo para convocados do CNU confirmarem interesse em vagas

Defesa confirma morte de Mourão, 'Sicário' de Vorcaro

Justiça manda prender goleiro Bruno após ele descumprir condicional

Febraban alerta sobre golpe do falso gerente

Com PEC aprovada, guardas municipais podem ser chamadas de PolÃcia Municipal

Operação mira agentes da PolÃcia Civil que blindavam criminosos em delegacias de SP

CPI recorre ao STF contra suspensão da quebra de sigilos de empresa da famÃlia Toffoli






