O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli decidiu sexta-feira (18) abrir um inquérito contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), para investigar os crimes de lavagem de dinheiro e peculato. Com a decisão, Renan passa a responder a 11 inquéritos no Supremo, a maioria referente a investigações da Operação Lava Jato cujos detalhes não foram divulgados porque o processo está em segredo de Justiça.
O inquérito está relacionado com a denúncia na qual Renan é acusado de ter usado o lobista de uma empreiteira para pagar pensão a uma filha que teve fora do casamento. O senador também é acusado de ter adulterado documentos para justificar os pagamentos. Renan nega as acusações. O caso foi revelado em 2007. A denúncia está pronta para julgamento e pode ser julgada no mês que vem.
Em nota, a assessoria de Renan declarou que senador “já esclareceu todos os fatos relativos a esta questão e é o maior interessado no esclarecimento definido do episódio”. Segundo a assessoria, o senador “foi o autor do pedido de investigação das falsas denúncias em 2007, há quase dez anos.”
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