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Vacinação contra febre amarela deve ser ampliada para todo o País

Ministério da Saúde avalia a elaboração de um calendário para aplicações em todos os estados, para evitar a circulação do vírus

24 fevereiro 2018 - 12h37Da redação com Assessoria

Buscando  evitar o aumento de casos de febre amarela no País, o Ministério da Saúde deve ampliar a Área Com Recomendação de Vacinação (ACRV), que atualmente abrange 21 estados, para todo o Brasil.

A medida será debatida com governos estaduais, com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). A ideia é que seja elaborado um calendário para que 34 milhões de doses sejam aplicadas de modo gradual.

Desde janeiro, a pasta lançou a maior campanha de vacinação fracionada do mundo para evitar a circulação do vírus. Ao invés de receber a dose inteira, a população era imunizada com um quinto da ampola. A técnica é eficiente e permite que mais pessoas sejam vacinadas.

Balanço

Entre julho do ano passado e fevereiro deste ano, foram confirmados 545 casos de febre amarela. Com a inauguração de uma nova fábrica para produção de vacinas em São Paulo, o laboratório Libbs vai passar a produzir 4 milhões de doses a mais por mês.

Prevenção

O meio mais eficaz de evitar a infecção é tomando a vacina oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que cada pessoa receba uma dose que vale por toda a vida. Esse é o esquema vacinal adotado pelo Brasil.

Cuidado redobrado

Quem vai viajar para Área Com Recomendação de Vacinação ou que viva nessas regiões deve se imunizar. O risco é maior em regiões de matas e rios.

Sintomas

Os pacientes infectados desenvolvem febres, náuseas, fadiga, dores de cabeça e no corpo de 3 a 6 dias depois da infecção. Nos casos mais graves também há hemorragias e a pele e os olhos ficam amarelados. Como o risco de óbito chega a 50%, a vacinação é essencial para evitar que a doença se desenvolva.

Transmissão

A infecção ocorre com a picada do mosquito Aedes aegypti, no ciclo urbano. Já no gênero silvestre, que é o único detectado até agora, os transmissores são os Haemagogus e Sabethes

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