A Justiça de Campo Grande condenou Iago Romão de Almeida, de 33 anos, a 21 anos, 2 meses e 10 dias de reclusão pelo assassinato do jovem Leonardo Gomes Lescano, de 23 anos, morto em junho de 2020, no bairro Nova Lima, em Campo Grande.
O julgamento ocorreu nesta sexta-feira (8) e foi presidido pelo juiz Aluizio Pereira dos Santos, que determinou o cumprimento imediato da pena, ou seja, a prisão do acusado logo após a condenação.
Além da pena de prisão, a Justiça também fixou indenização mínima de R$ 10 mil aos eventuais sucessores da vítima. O valor deverá ser corrigido monetariamente e a condenação se refere aos crimes de homicídio e ocultação de cadáver, já que o corpo de Leonardo foi encontrado dentro de uma fossa.
Na decisão, o magistrado destacou que Iago ostenta maus antecedentes, incluindo condenações por tráfico de drogas, organização criminosa e roubo, além de responder por outras situações na esfera penal.
Para o Conselho de Sentença e para o juiz, o crime foi planejado. Conforme apontado na sentença, Iago teria atraído Leonardo até o imóvel onde ocorreu o assassinato sob o pretexto de que iriam apenas consumir bebidas alcoólicas.
“Atraiu a vítima para o imóvel onde aconteceu o crime, com o engodo de que era apenas para tomarem cerveja, ou seja, planejaram muito bem o crime”, destacou trecho da decisão judicial.
Ainda conforme a sentença, o acusado anuiu para que uma terceira pessoa desferisse golpe com instrumento perfurocortante contra a vítima, demonstrando a intenção de matar Leonardo.
O caso já havia tido uma primeira fase de julgamento em 2025, quando Maxsuel Bruno da Silva, conhecido como “Maquito”, foi condenado a 16 anos e 9 meses de prisão em regime fechado. Segundo as investigações, ele foi o autor do golpe contra Leonardo e contou com ajuda para esconder o corpo.
Pai da vítima acompanha julgamento e relata sofrimento da família
O pai de Leonardo, Marcial Venigno Lescano, acompanhou o julgamento nesta sexta-feira e afirmou que, ainda na época do crime, chegou a aconselhar o filho a se afastar de Iago e de outras pessoas por receio de que algo pudesse acontecer.
Segundo ele, a família continua sofrendo até os dias atuais por conta da brutalidade do crime. Marcial relatou que a fé em Deus tem sido fundamental para enfrentar a dor da perda, mas destacou que a mãe de Leonardo permanece muito abalada, vivendo em choque e angustiada desde o assassinato do filho.
Pai da vítima acompanha julgamento e relata sofrimento da família
O pai de Leonardo, Marcial Venigno Lescano, acompanhou o julgamento nesta sexta-feira e afirmou que, ainda na época do crime, chegou a aconselhar o filho a se afastar de Iago e de outras pessoas por receio de que algo pudesse acontecer.
Segundo ele, a família continua sofrendo até os dias atuais por conta da brutalidade do crime. Marcial relatou que a fé em Deus tem sido fundamental para enfrentar a dor da perda, mas destacou que a mãe de Leonardo permanece muito abalada, vivendo em choque e angustiada desde o assassinato do filho.
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