No segundo dia da greve dos motoristas de ônibus em Campo Grande, o Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Coletivo Urbano de Campo Grande (STTCU-GC) irá participar de uma reunião com os desembargadores do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) para definir os rumos da paralisação.
Anunciada desde quinta-feira (11), a greve foi motivada pelo atraso do pagamento do vale (depositado todo dia 20 do mês), do décimo terceiro e também do próprio salário. Por conta disso, o transporte coletivo parou na manhã desta segunda (15).
Mesmo com liminar e multa de R$ 20 mil no dia de ontem, o sindicato manteve a paralisação. Por ser um serviço essencial, a justiça de Campo Grande aumentou hoje (16) a multa para R$ 100 mil, caso 70% do serviço não voltasse a funcionar.
Agora, na reunião marcada para as 16h, o sindicado e os motoristas, que saíram de casa e formaram fila para acompanhar o debate, esperam ter respostas contundentes a respeito das suas reivindicações.
O Consórcio Guaicurus, responsável pelo transporte público na Capital, alega que os atrasos foram causados por conta do atraso nos repasses da prefeitura para empresa. O argumento é rebatido pelo executivo municipal.
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A reunião está marcada para a tarde de hoje (Luiz Vinicius)



