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Economia

Emprego com carteira assinada cresce 0,12% em novembro com melhor resultado em 3 anos

21 dezembro 2013 - 07h37Via Portal Brasil
A criação de empregos com carteira assinada no país atingiu o saldo de 47.486 em novembro, crescimento de 0,12% em relação ao mês anterior, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego nessa sexta-feira (20). Esse é o melhor resultado para o mês de novembro dos últimos três anos.

“Os números mostram que a geração de empregos continua aquecida e acredito que os resultados de 2014 serão ainda melhores, graças aos investimentos feitos pelo governo federal e setor privado no país. Estamos no caminho certo, sem crise”, avaliou o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias.

Segundo o ministério, “os números mostram a manutenção do dinamismo do mercado de trabalho formal, verificado nos últimos meses comparativamente ao mesmo mês do ano anterior (novembro de 2012: +46.095 postos e novembro de 2011: +42.735 postos).”

As admissões no mês passado atingiram 1.618.426 e as demissões, 1.570.940. Houve expansão em três dos oito setores pesquisados pelo Caged, o que sustentou o crescimento dos postos formais de trabalho.

Destaque para o comércio, com mais 103.258 pontos de trabalho, e o setor de serviço (44.825). Somados, os dois setores superam a queda de posto de trabalho em outros setores, especialmente na indústria da transformação (menos 34.266).

No acumulado do ano, o emprego teve crescimento de 3,91%, com o acréscimo de 1.546.999 postos de trabalho formais. No período de janeiro de 2011 a novembro de 2013, a criação de empregos, de acordo com o Caged, alcançou 11,20%, o que corresponde a um aumento de 4.937.357 de postos formais de trabalho.

Resultados
O desempenho favorável do período originou-se da expansão de três dentre os oito setores de atividades econômicas, com destaque para: Comércio (+103.258 postos) e Serviços (+44.825 postos), cujos saldos mais que superaram a perda ocorrida em outros setores da economia particularmente na Indústria de Transformação (-34.266 postos), na Agricultura (-33.183 postos, por motivos sazonais) e na Construção Civil (-31.770 postos, em razão da presença de fatores climáticos e encerramento de várias obras).

Entre os 27 estados, 17 elevaram o nível de emprego, com Sergipe revelando saldo recorde para o mês (+3.059 postos). Os destaques ficaram com Rio de Janeiro (+16.985 postos), Rio Grande do Sul (+10.443 postos) e Santa Catarina (9.638 postos). Ceará e Paraíba apontando o segundo melhor desempenho, e Bahia e Alagoas registrando o terceiro maior saldo para o período.

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