O investimento da Prefeitura de Campo Grande em recapeamento já está apresentando bons resultados. O cuidado com as vias, com medidas preventivas, que garante maior durabilidade ao asfalto, diminui os gastos com o tapa-buraco, uma medida considerada paliativa.
O custo médio mensal com tapa-buraco caiu de R$ 3,5 milhões em 2017 para pouco mais de R$ 1,8 milhão nos primeiros 9 meses deste ano.
Em 2017, quando o serviço foi retomado após seis meses de interrupção no ano anterior, foram gastos quase R$ 40 milhões (R$ 39,3 milhões). Ano passado, as despesas caíram para R$ 34 milhões e neste ano, até a medição de outubro, os gastos ficaram em torno de R$ 20 milhões, devendo fechar em no máximo R$ 22 milhões.
O engenheiro da Sisep, Edvaldo Aquino, explica que o recapeamento custa mais caro, aproximadamente R$ 500 mil por quilômetro, mas garante um bom resultado pela economia gerada posteriormente.
“Vale a pena, porque por pelo menos 10 anos, a Prefeitura não vai gastar com tapa-buraco. Temos como exemplo a Padre João Crippa, que foi recapeada há três anos e nenhum buraco apareceu após o trabalho”, exemplificou.
Um levantamento da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos, que identificou o ranking das ruas com maior custo anual com tapa-buraco, revelou que grande parte do pavimento da cidade está comprometido, visto que já foi feito há mais de 30 anos e sem a devida manutenção.
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Rua que passou por recapeamento (Reprodução/Assessoria)



