Com a solicitação do o Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP) para que a Prefeitura de Campo Grande realize a correção salarial prevista em lei municipal, Adriane Lopes declarou na manhã desta terça-feira (13), em entrevista a Rádio Hora que haverá mudanças para os servidores municipais.
Uma reunião entre o novo presidente da ACP, professor Gilvano nesta segunda-feira (12) terminou sem acordo e uma nova foi marcada para quarta-feira (14). Enquanto em Assembleia, o sindicato dos profissionais decidiu por nova paralisação ainda nesta quinta-feira (15), e uma nova Assembleia sobre a proposta que a prefeita apresentará.
A categoria solicita a aplicação do reajuste de 10,39% referente ao mês de novembro de 2022. A correção é prevista na Lei Municipal n. 6.796/2022 em razão ao regime de 20h da Reme.
Em entrevista, Adriane ressaltou que em março deste ano, a ACP formulou uma legislação que foi aprovada na Câmara dos Vereadores concedendo aos professores o aumento. "Porém existe uma cláusula que diz que somente será cedido esse aumento quando a Prefeitura estiver no limite prudencial".
Os gastos da Prefeitura até então estavam acima do limite prudencial. “Agora seguimos com reforma administrativa para que possamos conceder os benefícios de todos os servidores, além dos professores. Com o novo presidente da ACP, vamos abrir diálogo para buscar caminhos juntos”, frizou. A proposta é que a prefeita reduza custos com cargos comissionados.
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