O Réveillon e o Carnaval da cidade do Rio de Janeiro, considerados os maiores do Brasil podem não acontecer este ano e em fevereiro do ano que vem, devido as incertezas e ao aumento do número de casos de coronavírus no país.
O governo do Rio, está propondo um grupo de trabalho com órgãos municipais e estaduais relacionados as pastas da Cultura, Turismo, Saúde e Eventos para estudar as estratégias para realizar os eventos.
Segundo o subsecretário de Eventos da Secretaria de Cultura do Estado, Rodrigo de Castro, o grupo de trabalho que irá tratar o futuro dos grandes eventos já vem de reunindo desde o final do mês passado para discutir a possibilidade do adiamento do Carnaval de 2021.
Enquanto os festejos de ano novo não devem ter aglomeração na praia de Copacabana, a maior festa popular do estado pode ser transferida para junho, segundo discussões travadas pelo governo fluminense, como plano B e C, caso população não esteja vacinada até o fim do ano.
Segundo os órgãos competentes, não há como garantir a segurança da população nos blocos de rua. As escolas de samba já falam em fazer o desfile na Sapucaí só após a chegada de uma vacina contra a Covid-19.
Além dos os órgãos municipais e estaduais ligados aos eventos e turismo, também participarão órgãos de saúde e de segurança. O Ministério Público também foi convidado. Esse mesmo grupo de trabalho foi criado em 2019 para tratar as questões relacionadas aos megablocos do Carnaval, mas este ano terá como foco o cenário pós-pandemia.
Sobre o Réveillon, os organizadores estão pensando em um tipo de evento híbrido, que tenha apenas parte do público previsto em relação aos anos anteriores, ou uma transmissão virtual.
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As escolas de samba já falam em fazer o desfile na Sapucaí apenas após a chegada de uma vacina contra a Covid-19 (Reprodução)


