As medidas impostas para barrar o avanço do novo coronavírus (Covid-19) e um possível colapso na saúde pública do Mato Grosso do Sul são alvo de protestos nesta sexta-feira (12). Convocada pelas redes sociais, a manifestação reuniu aproximadamente 80 pessoas, entre trabalhadores e empresários do comércio noturno, em frente à prefeitura de Campo Grande.
O principal motivo do protesto é a ampliação do toque de recolher, decretada pelo Governo do Estado e seguido, em sua totalidade, pela prefeitura de Campo Grande. Com a nova medida, a partir do próximo domingo (14), o toque de recolher passa de 23 horas, para iniciar as 20 horas. Para o empresário Wandersson Arruda, se o decreto continuar, “muita gente vai ser demitida e muitas empresas irão quebrar”.
Momentos após o início da manifestação, a prefeitura pediu para que cinco representantes do grupo se reunissem com o prefeito Marquinhos Trad. A reunião acontecerá na próxima segunda-feira (15), às 8 horas, onde serão debatidas as pautas do protesto. Após a resposta da prefeitura, os trabalhadores e empresários seguiram para o Parque dos Poderes, para uma ação ao redor da governadoria.
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Manifestantes em frente a prefeitura de Campo Grande (Luan Saraiva)



