O juiz Carlos Alberto Garcete da 1ª Vara do Tribunal do Júri mandou mais uma carga de serviços para o STJ (Superior Tribunal de Justiça), desta feita remetendo o barulhento escândalo envolvendo o empresário José Berger, sua mulher Mirela, e a empresa Braz Peli Comercio de Couros. Na peça na qual abre mão da competência sobre o caso o magistrado passou uma descompostura em praça publica no GAECO, por apurar apenas um lado da questão, o que atinge o empresário que diz que lhe foram cobradas vantagens para ter incentivo fiscal e ignorado as autoridades estaduais que possam estar envolvidas no caso.
Em seu despacho, Garcete cobra o por que do GAECO não ter apurado "quem estaria coagindo o empresário", e investigado mais a fundo o caso. A polêmica questão está nos autos do processo 0026522-61.2017.8.12.0001 . A remessa da peça para o STJ, é justificada pelo juiz, pelo fato do governador Reinaldo Azambuja ser citado. O processo foi iniciado porém, a pedido do secretário Marcio Monteiro, logo após os fatos virem a público, com seu nome.
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