O Governo do Estado foi notificado no final da manhã desta quinta-feira (11) da decisão monocrática do desembargador Ruy Celso Barbosa Florence que deferiu pedido de medida liminar para suspender os efeitos do Decreto n° 15.192/2019.
Em contrapartida, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), entrou com medida judicial contra a decisão. “O Governo do Estado defende que o retorno da jornada legal de trabalho visa a melhoria permanente dos serviços públicos prestados à população; a redução de custos; e a otimização do trabalho dos servidores”, informou a assessoria do governo em nota.
Inicialmente prevista para abril deste ano, a volta da jornada normal de trabalho começou no dia 1º de julho, a pedido das lideranças sindicais dos servidores, para que eles pudessem ter maior prazo de transição e readequação à nova rotina de trabalho. A medida abrange aproximadamente 16 mil funcionários públicos ativos.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Pastor acusado de estupro pede para deixar Conselho de Ética de Pastores de Campo Grande

Irmãs se reencontram após 32 anos em quadro do Luciano Huck em cidade de MS

Detran-MS abre leilão com 181 veÃculos para circulação e 66 lotes de sucatas

Afastados por denúncias de estupro, pastor e secretário seguirão recebendo da prefeitura

Condenado por estuprar enteada tem pena diminuÃda em MS

VÃtima que acusou secretário da Sejuv de estupro recebe mensagens de intimidação

Justiça nega liberdade a homem que matou Edson a tiros em conveniência de Campo Grande

Juiz proÃbe técnico em optometria de atuar sem médico e multa pode chegar a R$ 100 mil

Nomeado na prefeitura de Campo Grande, pastor é afastado após denúncia de estupro


A medida abrange aproximadamente 16 mil funcionários públicos ativos (reprodução)



