Uma crise humanitária atinge o Aeroporto Internacional de Guarulhos, o maior do país, que vê centenas de imigrantes retidos em área restrita do terminal. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), são cerca de 400 pessoas, enquanto o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) aponta para 291.
Buscando resolver o problema, o MJSP e a Polícia Federal (PF) se uniram para criar uma força-tarefa no aeroporto, para tratar dos pedidos de refúgio.
Segundo o procurador Guilherme Rocha Göpfert, que esteve com os refugiados, a prioridade é definir medidas para que os pedidos sejam apresentados o mais rápido possível. O atraso ocorre após falhas na plataforma digital Sisconare, de registros de pedidos de refúgio, que ficou fora do ar no fim de semana e voltou a operar nesta semana com instabilidade.
Na quinta-feira (13), representantes do MPF, da PF, da ONU (Agência da Organização das Nações Unidas) para Refugiados (ACNUR), da concessionária GRU Airport e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se reuniram para discutirem o tema.
A previsão é que uma próxima reunião entre os representantes aconteça dia 27 deste mês, com o objetivo de apresentar propostas para o aperfeiçoamento dos serviços.
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