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Vídeo: jovem é amarrado em capô de jipe e usado de escudo contra militantes

O fato aconteceu na região de Caxemira, na Índia

17 abril 2017 - 17h02Redação

Um jovem, de 27 anos, foi amarrado no capo de um jipe militar, na região de Caxemira, na Índia. A Polícia local abriu um inquérito criminal contra os soldados do Exercito para investigar o crime. Segundo relatos, o objetivo era usar o rapaz como escudo humano contra as pedradas que receberiam de manifestantes da causa separatista.

Um vídeo que foi publicado na internet, na última quinta-feira (13), despertou atenção nas redes sociais, e evidenciou na visão dos internautas, o abuso das forças de segurança do governo central na insurgência que se estende no país há 27 anos. O inspetor geral da Polícia de Caxemira, Ghulam Hassan Bhat, afirmou as autoridades que vão processar as forças armadas pelo abuso.

O rapaz amarrado no veículo, foi identificado como Farooq Ahmad Dar. Segundo o jovem, ele foi abordado pelos soldados quando caminhava até um funeral de parentes. Ele relatou a mídia local que andou preso na frente do carro militar por nove vilas da região. “"Olhem para o destino da pedra", dizia o militar pelo megafone. A referência das palavras seria um papel que foi colocado no peito da vítima, com seu nome escrito.

"Quando me viam, ficavam com medo e com raiva. Vi pessoas chorarem ao observar o meu estado", relatou à mídia local.

Segundo o jovem, se diz traumatizado com o ocorrido, principalmente porque nunca atuou na causa separatista."Eu votei, e olha o que recebei de retorno", desabafa.

"Minha família quer que eu procure um médico, mas temo sair de casa. Quando é noite, vejo os soldados na minha cabeça vindo para me pegar de novo", descreveu o rapaz.

De acordo com o vídeo, o caso teria ocorrido em 9 de abril, em Beerwah, e pode resultar em processos por sequestro e perigo de vida. O Exercito indiano também prometeu abrir sindicância interna para apurar o abuso. “Ninguém vai tolerar o incidente", garantiu oum dos porta-vozes dos militares.

Ex-ministro-chefe da Caxemira, o político Omar Abudullah considerou o fato "chocante" e bradou pela urgência de um inquérito contra os soldados.

 

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