O presidente do Supremo Tribunal Federal e do processo de impeachment no Senado Federal, ministro Ricardo Lewandowski, negou nesta terça-feira (7) o pedido apresentado pela defesa da presidente afastada Dilma Rousseff para que os autos e as gravações do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado em delação premiada fizessem parte do processo em análise na Comissão Especial do Impeachment. O ministro alegou que esse material ainda está sob sigilo, conforme previsto no artigo 7º da Lei 12.850/2013.
Os defensores de Dilma Rousseff alegam que as gravações mostram que o processo de impeachment representa um “verdadeiro desvio de poder” e que o não acesso a esse material violaria o direito à ampla defesa.
Lewandowski também foi contrário ao protesto apresentado pela defesa contra a decisão da comissão de não conceder vista prévia aos requerimentos formulados pelos senadores. De acordo com o presidente do STF, ele não tem o que deliberar sobre a questão, uma vez que não foi formulado nenhum requerimento de reforma das decisões da comissão.
Outro recurso negado foi o apresentado pelo senador José Pimentel (PT-CE) que pedia que o prazo para as alegações finais fosse de 15 dias para a defesa e igual período para a acusação e não cinco para cada como decidido pela comissão na semana passada. Lewandowski ressaltou que a própria comissão já decidiu pelos 15 dias, conforme anunciado pelo presidente do grupo de trabalho, Raimundo Lira (PMDB-PB), na tarde desta segunda (6).
Deixe seu Comentário
Leia Também

Família pede ajuda da população para localizar idosa desaparecida em Campo Grande

PRF inicia Operação Tiradentes 2026 nas rodovias federais de MS nesta sexta-feira

Ponto facultativo e feriado suspendem serviços presenciais no Detran-MS na próxima semana

Pega 44 anos de prisão rapaz que matou 2 crianças inocentes em Campo Grande

Com picape a R$ 31 mil, Detran abre leilão online com mais de 100 veículos

Assassinato de crianças em Campo Grande é 'nefasto e estarrecedor', diz promotora

Em júri, acusado de matar duas crianças pede para não ser julgado pela 'tatuagem'

Família pede Justiça em júri de acusado pela morte de Aysla e Silas em Campo Grande

Homem procura a Polícia após levar surra da companheira com cabo de vassoura na Capital






