Dados da Associação Brasileira de Toxicologia (ABTox), revelados pelo portal Metrópoles, apontam que mais de 3 milhões de motoristas das categorias C,D ou E estão com o exame toxicológico atrasado por mais de 30 dias.
Os números levantados utilizam como base, estimativas feitas a partir de dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), colhidos até a primeira quinzena deste ano.
Uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) sobre a Lei nº 14.599/2023, estabeleceu dezembro do ano passado como o prazo final para que os motoristas resolvessem suas pendências com o exame toxicológico, no entanto, a legislação conta com uma tolerância de 30 dias para que os condutores se adequem à mudança, estabelecendo o dia 28 de janeiro como a data limite para a regularização.
Caso o motorista não apresente exame, que precisa ser realizado a cada dois anos e meio por motoristas das categorias C, D e E a partir da obtenção ou renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), ele é multado em R$ 1.467,35, além de perder sete pontos na carteira e fica impedido de dirigir por três meses. Caso a infração ocorra novamente dentro de um período de 12 meses, a multa sobe para R$ 2.934,70.
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