Depois de receberam o susto com os holerites desta quarta (1º de junho), os servidores do administrativo da Educação de Campo Grande, os levaram para o presidente do Sisem (Sindicato dos Funcionários e Servidores Municipais de Campo Grande - MS), Marcos Tabosa. Hoje (2), ele está peticionando o material para provar para a Justiça o desconto quase total destes profissionais que fizeram greve há um tempo reivindicando os direitos.
“Estamos peticionando os holerites provando a atitude do prefeito, para ver se o juiz decide ao nosso favor o mais rápido possível. O servidor precisa alimentar sua família. O prefeito Alcides Bernal feriu a família do servidor. Nós cumprimos todos os ritos legais de uma greve. Ninguém entrou questionando nosso ato. Não acusaram de ilegal. Fizemos tudo na legalidade cumprindo a lei”, nos atualizou Tabosa.
Fizemos matéria sobre o assunto ontem, quando uma servidora que prefere o anonimato com medo de novas represálias, revelou ter recebido apenas R$ 1,60. Ela se desesperava pensando de qual maneira alimentaria os filhos e pagaria as contas. O drama atinge mais de 700 servidores da Capital. A prefeitura mantém o posicionamento de que foi um ato ilegal que prejudicou as escolas.
Veja a matéria de ontem clicando aqui.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Lei que proíbe multa por fidelidade reforça direitos do consumidor em Mato Grosso do Sul

Três magistrados disputam no TJMS vaga de desembargador deixada por Djailson de Souza

Abertura de congresso internacional sobre autismo reúne especialistas e público em Ponta Porã

Polícia descobre mercado usado no esquema de 'disk-drogas' e faz prisões em Campo Grande

Sindicato repudia boletim de ocorrência contra jornalista do JD1 após reportagem

SEC publica plano estadual para promover envelhecimento digno e combater o idadismo em MS

Detran-MS coloca 164 veículos em leilão com lances de até R$ 5 mil

Mega-Sena acumulada sorteia neste sábado prêmio de R$ 75 milhões

COP15 em Campo Grande terá esquema reforçado de segurança e mobilidade







