O Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Promotora de Justiça Leticia Rossana Pereira Ferreira, titular da 3ª Promotoria de Justiça de Naviraí (MS), ofereceu, na quarta-feira (24), denúncia contra o Policial Federal, Alexandre Cavalcante de Oliveira, pela prática de um homicídio consumado e dois homicídios tentados, todos com dolo eventual, em razão de fato ocorrido no dia 13 de março deste ano no Município.
Segundo a denúncia, por volta das 01h50min, na Avenida Campo Grande, Centro, o Policial Federal, lotado no Rio de Janeiro, e que se encontrava de missão em Naviraí, conduzia uma viatura policial descaracterizada, em velocidade superior à permitida para o local, quando atropelou as vítimas Everton da Silva Pessoa, Bianca Pessoa de Oliveira e Milene Santos de Santana, causando a morte da primeira e lesões corporais nas outras duas.
Durante o inquérito, foram colhidos elementos que apontam que Alexandre havia ingerido bebida alcoólica antes dos fatos e que, após atingir as vítimas, chegando a passar com o carro por cima de Everton após o mesmo cair do capô, empreendeu fuga, sendo identificado como autor dos delitos somente porque um dos retrovisores do veículo foi arrancado e permaneceu caído no local.
O procedimento agora aguarda a decisão do magistrado da Vara Criminal sobre o recebimento da denúncia.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Homem é preso por manter relação com menina de 13 anos em Campo Grande

Com 1,7 mil vagas, Caravana da Castração abre agendamentos na próxima semana em Campo Grande

Justiça obriga pai e filho a pagar pensão a famÃlia de motoentregador morto em acidente

Ministro André Mendonça dá 'ralo' na PGR após órgão ignorar urgência na prisão de Vorcaro

PF aponta corrupção na saúde de Macapá e ministro do STF afasta prefeito

Magistrados que deixaram o Judiciário devem cumprir quarentena antes de advogar, diz CNJ

Projeto que proÃbe uso de dinheiro em espécie em transações imobiliárias avança no Senado

Prefeitura diz ao Ministério Público que fornece comida a pacientes de UPAs e CRSs

Assassinato no Campo Nobre fica sem autoria definida e caso é arquivado







