A Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon-MS) encaminhou ofício à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pedido de reconsideração que homologou o aumento médio de 6,9% da tarifa de energia em Mato Grosso do Sul, previsto para 1º de julho.
Segundo o ofício encaminhado à agência, mesmo considerando o adiamento do reajuste, por conta da pandemia do novo coronavírus, “a decisão se mostra bastante desfavorável e desarrazoada por se tratar de um serviço essencial cujos impactos já são imensuráveis agora sob todos os aspectos e o serão muito mais nos próximos meses ou anos pós Covid 19”.
De acordo com o documento, "nestes tempos de exceção e crise, em que a hipossuficiência e vulnerabilidade do consumidor se afloram ainda mais, o cidadão necessita de maior proteção".
Com o reajuste em unidades de baixa tensão como residências, a elevação será de 6,89% e em alta e média tensão, como indústrias a elevação chega a 6,93%. O reajuste tarifário é um processo regulado pela Aneel, previsto no contrato de concessão da empresa.
O aumento é válido para consumidores atendidos pela Energisa. Em MS, a concessionária atende mais de 1 milhão de consumidores em 74 municípios.
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O aumento é válido para consumidores atendidos pela Energisa (Reprodução/Internet)


