Nesta terça-feira (4) a bancada federal de Mato Grosso do Sul definiu em Brasília seis emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018. A LDO é ferramenta orçamentária que estabelece as metas e prioridades para o próximo ano.
Participaram da reunião no gabinete do senador Waldemir Moka (PMDB), coordenador da bancada, os senadores Simone Tebet (PMDB) e Pedro Chaves (PSC), além dos deputados Vander Loubet (PT), Dagoberto Nogueira (PDT) e Geraldo Resende (PSDB).
Entre as prioridades está a construção do trecho de rodovia da BR-419, que liga a BR-163, em Rio Verde, a BR-262, em Aquidauana. Outro projeto considerado importante para o Estado é a continuação das obras de pavimentação da MS-165 (Sul Fronteira), que interliga vários municípios na fronteira com o Paraguai, como Sete Quedas, Paranhos, Coronel Sapucaia, Aral Moreira, Mundo Novo, Japorã e Ponta Porã.
O senador Moka diz que a bancada também definiu como meta prioritária no Orçamento de 2018 recursos para reestruturação do Hospital Universitário da Grande Dourados. O senador argumenta que a região reúne cerca de 800 mil habitantes. “Dourados é referência na região na oferta de serviços públicos para 34 municípios”, explica.
Senadores e deputados também garantiram emenda para o corredor bioceânico. O projeto terá início em Porto Murtinho, em Mato Grosso do Sul, cruzará Carmelo Peralta, no Paraguai, atravessará o território argentino por meio das cidades de Misión La Paz, Tartagal e outras, chegando em Passo de Jama, no Chile, até alcançar os portos de Autofagasta, Mejillones e Iquique.
Outro projeto que constará da LDO do próximo ano é o que prevê a construção de espaço para o Curso de Veterinária, no Campus de Paranaíba. Moka diz que a universidade já dispõe de área recebida em doação. “Falta agora dinheiro para construir salas, laboratórios, almoxarifado e centro de cirurgias para animais. É uma prioridade”, reforça.
A última emenda aprovada pela bancada é que a prevê a destinação de recursos para implementação do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteira (Sisfron). A tecnologia ajudará o Exercito a fazer o controle contínuo e permanente de áreas de interesse nacional, como as fronteiras com Paraguai e Bolívia.
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