Os servidores do Ministério do Meio Ambiente (MMA), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) entraram em greve geral, sem previsão de fim.
Segundo comunicado da Associação Nacional dos Servidores de Carreira de Especialista em Meio Ambiente (ASCEMA), divulgado nesta terça-feira (2), a paralisação ocorre após “8 meses de negociações infrutíferas com o governo federal”.
Com a greve, o processo de licença para a exploração de petróleo na foz do Rio Amazonas, considerada prioridade para a Petrobras e para o governo, fica parada.
A categoria solicita reestruturação de carreira, a melhoria das condições de trabalho e a realização de novos concursos públicos. Funcionários no Acre, Pará, Paraíba e Rio Grande do Norte já estavam em greve desde o dia 24 de junho.
Nesta semana, somam-se à greve os servidores de Mato Grosso do Sul, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins e Distrito Federal.
Apesar da greve, alguns serviços considerados essenciais continuam em funcionamento: Fiscalização Ambiental; Licenciamento Ambiental; Gestão Socioambiental; Manejo de Fauna; Controle e Prevenção de Incêndios Florestais; e Emergências Ambientais.
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