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Servidores do HU entram em greve na Capital

A classe pede por reajuste de salário e melhorias na área hospitalar

26 setembro 2022 - 14h10Brenda Leitte

Os servidores do Hospital Universitário da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (HU-UFMS), que são vinculados à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), realizaram uma manifestação na manhã desta segunda-feira (26), em frente à unidade de saúde, na Capita. Os funcionários entraram em greve por tempo indeterminado em reivindicação ao reajuste salarial que, segundo a categoria, não ocorre há quatro anos.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal, que representa os funcionários, a intenção é cobrar melhorias para o setor, principalmente correção salarial. Cerca de 40% dos profissionais aderiram à paralisação, entre eles estão enfermeiros, fisioterapeuta, terapeutas ocupacionais, entre outros.

Com balões preto, cartazes e faixas, o grupo se concentrou em frente ao hospital.

Em nota, a Ebserh comunicou que peticionou, no Tribunal Superior do Trabalho (TST), requerendo o julgamento imediato, inclusive quanto aos Acordos Coletivos do Trabalho (ACTs) em curso.

Servidores reivindicam por reajuste de salário — Foto: Itamar Silva/ Reprodução

 

Nota na íntegra

A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) informa aos empregados que a relatora do dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST),ministra Delaíde Alves Miranda Arantes, determinou o percentual mínimo de manutenção de trabalhadores, em seus respectivos locais de trabalho, na base de 50% (cinquenta por cento) em cada área administrativa e de 60% (sessenta por cento) para cada área médica e assistencial, sob pena de multa diária de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), em caso de descumprimento.

É importante acrescentar que, com o início das manifestações, fica ainda mais clara a vontade dos empregados, semelhante à da Ebserh, em uma resolução rápida para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Diante do impasse nas negociações, a Ebserh peticionou no dia 10 de agosto, no próprio TST, pedido para análise dos ACT’s em curso, requerendo o julgamento imediato do dissídio coletivo, inclusive quanto aos ACTs em aberto.

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