A advogada do Twitter Brasil, Adela Goberna, se reuniu nesta segunda-feira (10) com autoridades brasileiras e representantes de outras redes sociais no Ministério da Justiça para discutir o incentivo à massacres nas redes sociais. A informação é do g1 e da Folha.
No entanto, a equipe brasileira foi pega de surpresa com o posicionamento da empresa, que um perfil com fotos de assassinos de crianças, responsáveis por massacres escolares, não violam os termos de uso da plataforma e que não se trata de apologia ao crime.
Segundo relatos, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, se opôs à fala da empresa e afirmou que os termos de uso não se sobrepõem à Constituição e às leis, e que não ficam acima da vida de crianças e adolescentes.
Além do Twitter, participaram da reunião os representantes legais do YouTube, Meta, Twitter, Kwai, TikTok, WhatsApp e Google.
O JD1 tentou entrar em contato com o Twitter, porém, recebeu como resposta um emoji de cocô.
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