O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, removeu Cuba da lista de estadunidense de países apoiadores do terrorismo, e em troca do gesto, o governo da ilha caribenha anunciou nessa terça-feira (14) que irá libertar 553 prisioneiros.
A decisão, tomada em uma medida intermediada pelo Vaticano com a ajuda dos governos do Brasil e da Colômbia, é o primeiro passo para uma aproximação bilateral, mas que pode ser ameaçada pela volta de Donald Trump à presidência dos EUA.
Segundo a Casa Branca, a exclusão de Cuba da lista está condicionada à libertação dos presos, que segundo o Ministério cubano do Exterior beneficiará 553 pessoas “sancionadas por vários crimes”, que serão libertadas “gradualmente”.
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