Se deu início nesta quinta-feira (24) ao processo de despejo da água residual acumulada na Central Nuclear de Fukushima I, atingida por um tsunami em 2011 que causou o maior desastre nuclear depois do acidente de Chernobyl.
Segundo o Japão, a água não apresenta riscos à natureza, uma vez que foi tratada através de uma operação segura. A ação, no entanto, foi recebida com protestos no Japão e indignação da China.
Serão despejados o equivalente a mais de 500 piscinas olímpicas de água no Pacífico, um passo importante para garantir a segurança da usina, que atualmente ainda é radioativa.
A The Tokyo Electric Power Company (Tepco), operadora da central, havia anunciado que as bombas seriam ligadas às 13h locais.
Todo o processo será fiscalizado por funcionários da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), órgão ligado à Organização das Nações Unidas (ONU), além de contar com monitoramento de amostras da água do mar e vida marinha do local por parte de operadores da Tepco.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Audiência de direitos humanos discute operação policial no Rio que terminou com 122 mortos

Coreia do Norte reconhece novo lÃder do Irã e critica "atos de agressão" dos E.U.A

Mulher é morta por elefante após provocar animal na NamÃbia

PCC e Comando Vermelho serão classificados como 'organizações terroristas' pelos EUA

Irã define novo lÃder supremo após morte de Ali Khamenei

Irã denuncia mortes de civis e diz que mais de 1,3 mil morreram em conflito com EUA e Israel

Hezbollah no LÃbano volta à guerra e conflito escala no Oriente Médio

Papa pede diplomacia e fim da espiral de violência no Oriente Médio

Com morte de Khamenei, Irã forma conselho de governo com aiatolá Arafi







