No julgamento do assassinato de Marcel Costa Hernandes Colombo, o "Playboy da Mansão", um bilhete escrito em papel higiênico por um detento do presídio federal de segurança máxima de Mossoró foi citado. O bilhete, que fazia parte das evidências na Operação Omertà, detalhava um plano de ataque contra autoridades envolvidas no caso.
O delegado Tiago Macedo dos Santos, que prestou depoimento durante a audiência, revelou chorando que ele também estava na "mira" do plano de ataque, que mirava promotores do Gaeco e o delegado Fábio Peró, da Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assalto e Sequestro, além de sua família. O delegado relatou que vivia sob escolta devido à ameaça.
O bilhete indicava que Marcelo Rios, réu no processo e ex-guarda municipal, assumiria a responsabilidade pelo ataque para proteger os "Names" e receberia compensação por isso. Marcelo Rios está presente no tribunal acompanhando o julgamento.
O depoimento também incluiu informações de Everaldo Monteiro de Assis, um policial federal aposentado, que revelou que mensagens trocadas entre ele e Jamil Name Filho e Flávio Fuad, líder de uma organização criminosa, indicavam que Everaldo seria considerado um informante sobre dados de Marcelo Costa Hernandes Colombo.
Julgamento continua e está agendado para os dias 16 a 19 de setembro, com o dia 20 reservado para possíveis imprevistos.
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