A Justiça condenou Leandro Rojas de Souza, de 32 anos, a 12 anos de prisão pelo assassinato a tiros de Leonan Gabriel Barros Castilho, de 26 anos. O crime ocorreu na madrugada do dia 29 de janeiro de 2024, em uma residência na rua Urariocara, no bairro Jardim Colúmbia, em Campo Grande.
A sentença foi proferida pelo juiz Carlos Alberto Garcete, presidente da 1ª Vara do Tribunal do Júri, que determinou o cumprimento da pena em regime inicial fechado, ou seja, com prisão imediata do condenado.
Durante o julgamento, realizado nesta quinta-feira (16), a defesa do réu sustentou teses de absolvição por negativa de autoria, além do afastamento da qualificadora do homicídio. Também pleiteou a absolvição quanto ao crime de porte ilegal de arma de fogo, igualmente sob o argumento de negativa de autoria.
Submetido ao Conselho de Sentença, reconheceu a materialidade e a autoria do crime de homicídio qualificado pelo recurso que dificultou a defesa da vítima. Por outro lado, os jurados acolheram a tese da defesa e absolveram o acusado da imputação de porte ilegal de arma de fogo.
Na decisão, o magistrado destacou que não cabe a substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos, considerando que o crime foi cometido com violência e em razão da pena aplicada.
Motivação do crime - Conforme dados do processo, o homicídio teria sido motivado por ciúmes. Apurou-se que o acusado, Leandro Rojas de Souza, estava em um bar acompanhado da namorada e de um amigo, identificado como “L”. Posteriormente, os três seguiram para a residência desse amigo.
No local, o acusado e a companheira iniciaram uma discussão após ele suspeitar que ela estaria se relacionando com a vítima, Leonan Gabriel Barros Castilho. Após o desentendimento, Leandro deixou o imóvel e seguiu até a casa de um amigo de Leonan.
Já no endereço, o acusado pulou o muro da residência e, sem dizer nada, sacou a arma de fogo que portava, efetuando diversos disparos contra a vítima. Leonan foi atingido sem qualquer chance de reação e morreu no local em decorrência dos tiros.
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Marcas de tiros na casa onde o crime ocorreu - (Foto: Reprodução / Processo)


