Em decisão recente, o juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, determinou que Adriano Ribeiro Espinosa, o “Maracaju”, vai continuar preso enquanto responde ao processo em que é acusado de atear fogo em uma casa no Jardim Colúmbia, causando a morte de três pessoas em Campo Grande.
Na decisão que mantém “Maracaju” preso, o magistrado também destacou que o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) manteve a decisão que determinou que o réu seja submetido a júri popular. O caso ocorreu em 13 de outubro de 2014, na rua Uruaná.
O magistrado também destacou a gravidade dos crimes de homicídio, ressaltando que eles não podem ser tratados como qualquer outro delito para fins de concessão de liberdade provisória, justamente em razão da extrema gravidade dos fatos. No caso deste processo, não se evidencia nenhum fato novo que justifique colocá-lo em liberdade.
O caso segue tramitando na Justiça e ainda não há data definida para o julgamento. As vítimas foram Lucinda Ferreira Torres, Daniel Candia e Hélio Queiroz Neres, que morreram queimadas. Uma mulher que também estava na residência sobreviveu, mas sofreu queimaduras graves.
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Adriano Ribeiro Espinosa, o (Divulgação)


