O juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, ex-titular da 5ª Vara da Família e Sucessões de Campo Grande, que está afastado do cargo, teve seu julgamento que seria realizado na quarta-feira (17), no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS), adiado para o próximo dia oito de maio.
Aldo está afastado desde que sua esposa, a advogada Emmanuelle Alves Ferreira da Silva, foi denunciada por lesar um aposentado. No dia 30 de julho de 2018, a advogada foi presa suspeita de aplicar um golpe milionário em Salvador José Monteiro de Barros, 72 anos.
Emmanuelle agiu na venda de uma propriedade rural com promissórias onde é suspeita de falsificar a assinatura do idoso e carimbo do cartório. Ela ingressou ação na Justiça para cobrar o valor de R$ 5,3 milhões da vítima.
Cinco meses após a prisão de Emmanuelle, Aldo foi afastado. O afastamento foi necessário para apurar a participação ou não, do juiz no caso. Aldo respondeu a sindicância interna, que será apreciada agora pelo pleno do TJ-MS.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Audiência de direitos humanos discute operação policial no Rio que terminou com 122 mortos

'Tempos de muito aprendizado', diz desembargador ao deixar o TJMS para voltar à advocacia

Dupla pega 40 anos de prisão por matar mulher brutalmente em Campo Grande

Bolsonaro pede autorização para receber assessor de Trump na prisão

Desembargadores do TJMS mantêm tornozeleira em delegado investigado por corrupção

MPMS lança na COP15 ferramenta para mapear e reduzir atropelamentos de animais

Criminalizar jornalistas é erro jurÃdico e ameaça à democracia, diz presidente da OAB-RJ

Homens que mataram mulher queimada em Campo Grande vão a júri popular

GAECO do RJ cumpre mandados em Campo Grande em investigação contra bicheiro

O ex-titular da 5ª Vara da FamÃlia e Sucessões de Campo Grande, juiz Aldo Ferreira da Silva Junior (Reprodução)



