Em decisão recente, a Justiça Federal de Campo Grande negou liberdade ao policial civil Augusto Torres Galvão Florindo, acusado de envolvimento em práticas de corrupção e outros crimes. Com isso, ele permanece preso preventivamente.
Augusto Torres está detido desde 28 de novembro/25, quando foi flagrado em um esquema de recebimento de propina para deixar de atuar em situações envolvendo crimes relacionados ao transporte de mercadorias oriundas de descaminho e contrabando. Conforme apurado, o policial teria recebido mais de R$ 100 mil em propina.
Em razão da prisão, ele foi afastado das funções na Polícia Civil de Mato Grosso do Sul (PCMS), onde atuava na Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros).
Outro envolvido no esquema é Marcelo Raimundo da Silva, que não é policial e também foi preso na mesma ação da Polícia Federal que resultou na prisão de Augusto Torres.
Liberdade negada
Ao analisar o pedido de soltura, a juíza Franscielle Martins Gomes Medeiros decidiu, pela manutenção da prisão preventiva. Na fundamentação, a magistrada afirmou que a “gravidade concreta da conduta é evidente e, por isso, quaisquer medidas cautelares diversas da prisão seriam insuficientes para salvaguardar a paz social”.
A juíza também destacou que a prisão deve ser mantida porque, segundo consignou nos autos, “o que se extrai dos autos é que a colocação em liberdade de Augusto Torres Galvão Florindo acarreta, sim, claro, concreto e perigoso risco à ordem pública”.
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Viatura da delegacia GARRAS - (Foto: PCMS)



