O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) se posiciona contra o pedido de transferência do empresário Jamil Name Filho, conhecido como "Jamilzinho," "Bob," ou "Guri," da Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, para o Sistema Penitenciário Estadual.
Conforme o MPMS, a Força-tarefa da Operação Omertà destacou preocupações quanto à segurança, evidenciando a intranquilidade na transferência e apontando o uso de celulares para coordenar atividades criminosas, ressaltando as deficiências no Sistema Penitenciário Estadual.
O MPMS argumenta que o retorno de Jamil Name Filho ao sistema estadual poderia facilitar sua participação em crimes graves em Mato Grosso do Sul, especialmente atentados contra autoridades públicas envolvidas nas investigações da Operação Omertà, que levaram à sua prisão e a múltiplas condenações criminais.
Destaca-se a presença de diversos agentes ligados à segurança pública na organização criminosa liderada por Jamil Name Filho, envolvida em atividades como exploração do jogo do bicho, extorsões, tráfico de armas de fogo, corrupção ativa e lavagem de capitais.
Além disso, o MPMS ressalta que a estrutura da organização criminosa ainda não foi desmantelada, citando a não apreensão das armas utilizadas em homicídios e a busca em andamento por Juanil Miranda Lima, listado como um dos criminosos mais procurados do Brasil pelo Ministério da Justiça.
O MPMS conclui sua manifestação relembrando as condenações de Jamil Name Filho, que incluem liderança de organização criminosa armada, posse de arsenal bélico, extorsão qualificada, e autoria intelectual de um homicídio duplamente qualificado, totalizando penas que ultrapassam 45 anos de reclusão.
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