O pedido de liberdade de Adimilson Candia dos Santos, o "Gordo", foi negado pelo ministro Sebastião Reis Júnior, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele está preso em decorrência da Operação Artus, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul em 2023. A operação teve como objetivo desarticular facções criminosas, incluindo o PCC (Primeiro Comando da Capital), na região de Nova Andradina e Vale do Ivinhema.
A defesa de Adimilson recorreu ao STJ após o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) também ter negado seu pedido de liberdade. O advogado argumentou que os fundamentos que levaram à decretação da prisão preventiva não comprovariam a participação de Adimilson nos crimes investigados. Segundo a defesa, não há evidências que liguem o réu aos envolvidos, e ele teria sido alvo de um possível uso indevido de seu telefone por outra pessoa.
No entanto, ao analisar o caso, o ministro Sebastião Reis Júnior concluiu que não havia elementos suficientes para a concessão de liminar. O ministro destacou que, para a revogação da prisão preventiva, são necessários requisitos específicos, como a demonstração clara de ilegalidade ou urgência. Além disso, ele solicitou informações à origem e manifestação do Ministério Público Federal antes de tomar uma decisão definitiva sobre o caso. O pedido liminar foi indeferido.
JD1 No Celular
Acompanhe em tempo real todas as notícias do Portal, clique aqui e acesse o canal do JD1 Notícias no WhatsApp e fique por dentro dos acontecimentos também pelo nosso grupo, acesse o convite.
Tenha em seu celular o aplicativo do JD1 no iOS ou Android.
Reportar Erro
Deixe seu Comentário
Leia Também

Por assassinato a facadas no Lageado, homem é condenado a 8 anos de prisão

Ex-prefeito de Ladário é condenado e fica inelegível por abuso de poder

Após gasto de R$ 400 mil em campanha, Trutis tem contas aprovadas

MP investiga condições de atendimento obstétrico e neonatal no HU em Dourados

MP investiga 'profissional' por receitar óculos ilegalmente em Campo Grande

MP mira "farra das diárias" e exige freio nos gastos da Câmara de Anastácio

Por execução no Guanandi, matador de aluguel é condenado a 12 anos de prisão

TJMS destaca ações adotadas para o combate à violência doméstica em MS

STF decide que a responsabilidade por danos ambientais não prescreve
