Elisandro Aparecido Fonseca, 37 anos, foi julgado e condenado a sete anos de prisão pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver, na segunda-feira (5). Ele era acusado de assassinar e ocultar o cadáver de do mecânico Edson Martins da Rosa, 52 anos. O crime aconteceu em uma casa do bairro Caioba II, em 2016, no entanto, o corpo só foi encontrado em fevereiro de 2017.
De acordo com informações, no final de agosto de 2016, o acusado teria golpeado a pauladas a testa do mecânico e depois disso ele teria colocado o corpo sobre uma cama em um quarto na residência onde ambos moravam e saído para uma lanchonete acompanhado da esposa. A retornar a casa, Elisandro enrolou a vítima em uma coberta vermelha e jogou o corpo dentro de uma fossa no quintal da residência. Em seguida, ele queimou as roupas e o colchão e também ateou fogo no corpo, afim de não deixar vestígios.
Seis meses depois, o crime só foi descoberto, devido um desconhecido ter abordado a filha da vítima em fevereiro de 2017, e dizer a ela que deveria procurar pelo pai, até então desaparecido, nos fundos do terreno da casa onde ele morava. A polícia esteve no local e, com auxílio de maquinário, escavou a fossa até encontrar a ossada de Edson.
O Ministério Público pediu a condenação por homicídio simples e ocultação de cadáver. O juiz Fabio Calazans decidiu pela condenação em regime semiaberto.
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O mecânico foi morto a pauladas e o corpo jogado em fossa (Wesley Neres)



