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Política

André Puccinelli diz 'negociar alianças', mas que MDB terá chapa completa em 2026

Para o Senado, o ex-governador citou pré-compromisso com Reinaldo, e lembrou de Nelsinho e Marun

05 março 2026 - 13h24Sarah Chaves e Vinicius Santos

Em visita à Câmara de Vereadores de Campo Grande nesta quinta-feira (5), um dos dirigentes do MDB em Mato Grosso do Sul, o ex-governador, André Puccinelli (MDB), falou sobre os quadros de apoio a nomes que devem movimentar as eleições deste ano, inclusive da saída do deputado estadual Márcio Fernandes da sigla.

Para ele, o deputado que está indo para o PL, está errando a matemática dele. "Para onde ele vai, precisa de um número maior de votos do que teria no MDB. Que vá com Deus."

O ex-governador falou sobre os quadros do partido e disse que já tem nomes para deputados federais, "Nós já temos 15 nomes.  Para a federal, temos três mulheres a preencher. Tem mais um, Marcelo Ascoli, conhecido como Amarelo, que foi vice-prefeito de Sidrolândia; tem o Sandro, que foi candidato a prefeito em Aquidauana; tem o Dr. Jamal. O Coringa fica lá, onde precisar do Coringa ele fica. Faltam dois homens para a federal e faltam dez pessoas, quatro mulheres e seis homens, para preencher a chapa completa de estadual", ressaltou, destacando que a chapa ainda não está fechada e que a articulação continua.

Para o Senado, contou que Carlos Marun "está ciscando. Ele está querendo; agora tem que mensurar, tem que medir, tem que ver o potencial". Já no cenário para o governo de Mato Grosso do Sul, disse que está fechado em apoio à reeleição de Eduardo Riedel (PP).

Contou ainda que há um pré-compromisso com Reinaldo Azambuja e com outro "Pode ser Nelsinho, pode ser Contar, pode ser Marun" e afirmou que o apoio do MDB envolve participação administrativa, para indicar e melhorar a gestão.

Sobre o cenário político nacional, foi questionado sobre em quem pretende apoiar para a presidência da República. Sem citar nomes, Puccinelli se esquivou, afirmando: "Nós somos centro. No máximo a 15 graus à direita", uma referência ao número da sigla MDB.

Ele ressaltou que terá partido com chapa completa e está negociando apoio. Além disso, confirmou nomes que devem permanecer no MDB, entre eles o deputado estadual, Junior Mochi, o ex-secretário da Casa Civil, Eduardo Rocha, deputado Renato Câmara, Adilson Oliveira e Toshio Sakai.

Polarização – Sobre a polarização entre esquerda e direita, destacou que o partido é "centrado" e que não adota extremismos. Disse que o MDB "respeita a opinião da sociedade. A sociedade é multifacetada, segmentada, tem o pobre, tem o rico; tem o branco, tem o preto, tem o amarelo; tem o gari, tem o doutorzão do dinheiro, tem o professor, tem o engenheiro", reforçando o compromisso do partido em representar a sociedade de forma estratificada.

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