Após a denúncia do JD1 Notícias de que a prefeitura romperia o contrato com os auxiliares pedagógicos no próximo dia 9 de dezembro, antes do término do ano legislativo pais, mães e responsáveis pelas crianças que necessitam de auxiliares da educação especial na Capital foram até a Câmara Municipal pedir o auxílio dos vereadores. Diante da denúncia, os parlamentares decidiram convocar a secretária de educação Leila Machado para prestar explicações na Casa.
“Vamos solicitar para que ela se explique e explique a situação”, afirmou o presidente da Casa Vereador João Rocha (PSDB). A prefeitura enviou nota afirmando ser uma “informação falsa”, porém não deu mais explicações sobre como seria feita e começou um “jogo de empurra” afirmando que a escola quem decidiria se teriam ou não os auxiliares.
“É um absurdo que isso aconteça”, afirmou Helenice Duarte que fez uso da palavra durante a sessão na Casa de Leis. Ela frisou que este é um direito da criança e que os professores necessitam desses auxiliares.
Mãe de dois filhos autistas, Carolina Spindola pontuou que não há como deixar as crianças na escola sem a presença destes. “Como os professores vão fazer? E o ano letivo dos nossos filhos vai acabar antes dos outros?”, questionou.
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