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Política

Coronel David pede prisão de corruptos

"A população e nem o funcionário público devem pagar essa conta”, protestou o deputado

15 julho 2017 - 12h59Da redação

O deputado, Carlos Alberto David dos Santos, o Coronel David (PSC), quer justiça sobre rombo de R$ 100 milhões aos cofres públicos encontrados nas contas do IMPCG (Instituto de Previdência Municipal de Campo Grande), ainda na gestão de Alcides Bernal (PP).  

A denúncia do deputado aconteceu ainda na época de eleição para prefeito, em junho do ano passado.  Com base nisso foi criada um comissão da Câmara Municipal para investigar o caso.  A comissão concluiu este ano que realmente existem indícios de desvios. 

“Quando o meu partido (PSC) me permitiu ser candidato a prefeito, fui estudando quais seriam os problemas que Campo Grande teria. E queria saber se estes problemas teriam soluções. E, nesses estudos, comecei a acompanhar o Diogrande, vendo a receita da Capital, quando me assustei com os números da Previdência Municipal”, lembrou.

“Ao me deparar com esses rombos, fiz a denúncia aos órgãos públicos. O dinheiro foi usado ilegalmente pela administração do então prefeito Alcides Bernal (PP). Na época ele disse que o dinheiro foi aplicado, mas olhei no orçamento e não havia nenhuma aplicação”, afirmou.

O relatório

O relatório entregue à Mesa diretora durante a sessão de quinta-feira (13) na Casa de leis, possui 51 páginas e conclui que existem indícios de divergência de valores no valor de R$ 110 milhões. Este fato foi publicado no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande), onde os demonstrativos apontavam que, em janeiro de 2013, havia R$ 110.650.995,27 no IMPCG, e em 30 de maio de 2016, o montante era de R$ 874.552,19, ou seja, decréscimo de R$ 109.776.443,08. 

“Como já foi constatado pela câmara que realmente houve esse rombo, agora os vereadores terão que acionar o Ministério Público. Os responsáveis devem pagar pelo que fizeram, não é possível que ninguém consiga fazer nada contra o Bernal.  A população e nem o funcionário público devem pagar essa conta”, protestou.

 

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