Menu
Busca terça, 22 de outubro de 2019
(67) 99647-9098
Governo vitimas
Política

“Eles terão a liberdade de abrir mão ou não”, diz João Rocha sobre reajuste

O reajuste salarial aprovado para a legislatura de 2021 gerou revolta e manifestação na Câmara

11 dezembro 2018 - 11h15Rayani Santa Cruz

Manifestantes ergueram cartazes e expressaram gritos de ordem no plenário da Câmara de Campo Grande na manhã desta terça-feira (11). Eles são contra o projeto de lei que dará aumento salarial equivalente a 75% do piso salarial dos deputados estaduais aos vereadores da legislatura de 2021/2025 se sancionado pela prefeitura.

Em entrevista ao JD1 Notícias, o presidente da Casa de Leis, Professor João Rocha disse que o projeto votado e aprovado foi direcionado ao poder Executivo e a prefeitura tem 15 dias para sancionar. Ele explicou que a proposta votada passa a vigorar em 2021 e os parlamentares da próxima legislatura terão a liberdade de abrir mão ou não. “Vai depender da situação econômica do país, nós optamos por não ter o aumento, e os colegas que virão em 2021 poderão fazer o mesmo se necessário for”, disse.

Sobre o projeto de lei que trata do subsídio do salário do prefeito, vice e secretários, Rocha explicou que houve a votação e existe o prazo de 10 dias para que a proposta do executivo volte a apreciação. “Nós temos o prazo para analisar os impactos, fazer estudos e vamos votar entre os dias 18 e 20 de dezembro. Se for aprovado em janeiro de 2019 o valor do subsídio será de 80%  equivalente ao salário de um ministro do STF, e gradativamente sendo 2020 de 90% chegando a 100% em 2021”.

Em relação a manifestação na Casa de Leis, o parlamentar salientou que a opinião pública deve ser levada em consideração e pontuou que as ações podem ser feitas de maneira ordeira, mas criticou manifestantes que aparentam ter interesse político de um determinado grupo ou partido.

Em conversa com a equipe do JD1 Notícias, Guto Scarpanti do partido Novo (e que concorreu às eleições ao cargo de deputado federal e teve 4 mil votos) e Alexandre Baís do Partido Social Liberal (PSL) e movimento Missão Campo Grande (MCG) afirmaram que a junção de aproximadamente 25 pessoas para o ato partiu das ruas e de um evento marcado em uma página do facebook.

Alexandre Baís que é empresário, disse que o movimento começou em atos pró Bolsonaro e que os integrantes tem o objetivo de lutar pelos direitos e contra a corrupção. Guto explicou que o objetivo do grupo é mostrar aos vereadores que a população ficou indignada com o aumento. Nenhum deles considerou que o manifesto era partidário ou de interesse em “aparecer” para disputa eleitoral em próximas eleições. 

(Matéria editada ás 12h para correção de informações)

Athus Ingles

Deixe seu Comentário

Leia Também

Política
Trutis "explica" ausência em lista, mas é desmentido na mídia
Política
Corregedor Nacional de Justiça atendeu 38 demandas da população na capital
Política
PL de Otávio Trad beneficiará mais de cinco mil deficientes auditivos
Política
Luiz Ovando apoia Bolsonaro líder, mas Tio Trutis não aparece em lista
Política
Bolívia: Evo tenta 4º mandato em disputa acirrada com Carlos Mesa
Política
Solidariedade faz convenção dia 26
Política
Coronel David solicita agilidade na pavimentação das ruas do Nova Campo Grande
Política
Universidades tem orçamentos descontingenciados
Política
Vereadores querem mais investimentos na infraestrutura da capital
Política
Joice perde a liderança do governo no Congresso para o MDB

Mais Lidas

Geral
Cenas fortes - Vídeo mostra uma pessoa queimada em queda de avião
Geral
Pires da Moreninha I é flagrado com 273 produtos incomercializáveis
Internacional
Vídeo - MC Gui debocha de menina com câncer e CNA Três Lagoas cancela show
Justiça
Coluna social vira argumento do MP contra HC de Jamil