O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado estadual Gerson Claro (PP), afirmou que deixou o nome à disposição do partido para disputar uma vaga ao Senado até o encerramento da janela partidária, no início de abril.
A declaração foi feita ao comentar as articulações políticas que antecedem a definição das chapas. De acordo com Gerson Claro, o nome foi colocado à disposição para que a senadora Tereza Cristina (PP), uma das principais lideranças do partido no Estado, conduza a estratégia eleitoral.
“Eu deixei o nome à disposição para que a senadora Tereza pudesse conduzir do jeito que ela melhor achasse, ela como liderança do nosso partido. Eu mantenho isso até 4 ou 5 de abril, quando termina o prazo. Daí pra frente é tocar”, afirmou.
Caso contrário, Gerson buscará a reeleição para a Assembleia Legislativa. “Eu já falei que ou esse projeto do Senado vira, ou você candidata à reeleição de novo. Não tem dificuldade de continuar trabalhando”, disse.
A possível candidatura ocorre em meio às negociações dentro do grupo político que hoje reúne lideranças de direita e centro-direita no Estado. A própria senadora Tereza Cristina afirmou recentemente que o Progressistas ainda não tem um candidato definido para disputar o Senado por Mato Grosso do Sul.
Durante o encontro Café e Política, realizado nesta semana em Campo Grande, a parlamentar explicou que a definição depende da construção de alianças dentro do grupo que apoia o governador Eduardo Riedel (PP). Segundo ela, a prioridade é montar uma estratégia que aumente as chances de vitória.
“Hoje é não”, respondeu Tereza Cristina ao ser questionada se a vaga ao Senado já estaria com o partido.
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Deputado Gerson Claro 



